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Gênero e Diversidades é
nova opção de graduação da UFBA
Temática que antes era restrita aos cursos de
pós-graduação, se insere entre as ofertas para ingresso na universidade
através de vestibular. Vagas estarão disponíveis no próximo concurso de
verão
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) deu um passo à
frente ao ampliar as reflexões sobre mulheres, gênero e feminismo para a
graduação. No próximo concurso vestibular, já estarão disponíveis vagas para
o primeiro curso de graduação Gênero e Diversidades do Brasil.
Oferecendo as modalidades licenciatura e bacharelado, o curso visa a formar
profissionais e educadores aptos a tratar das questões relacionadas à
perspectiva de gênero e outras diversidades no âmbito das políticas públicas
e do ensino. Além dessa graduação, a UFBA também aprovou, no contexto dos
bacharelados interdisciplinares de Humanidades, a área de concentração em
Estudos de Gênero.
Para a subsecretária de Articulação Institucional, Sônia Malheiros, o
pioneirismo da UFBA pode influenciar positivamente o surgimento de novos
cursos de graduação dedicados a essa temática, formando profissionais
especializados nas questões de gênero e diversidade.
“Ao propiciar esse curso à sociedade, a UFBA reconhece a importância desse
tema para o Brasil e se propõe ao desafio de formar profissionais sensíveis
ao universo do gênero, que certamente vão fazer toda a diferença na formação
de pessoas, no mercado e na formulação de políticas públicas”, destaca ela
ao lembrar que a atuação desses profissionais não é restrita ao movimento
social ou à área de educação, porque muitas empresas têm desenvolvido
programas de responsabilidade social dedicados à igualdade de gênero.
As propostas foram apresentadas pelo Núcleo de Estudos Interdisciplinares
sobre a Mulher (NEIM), que tem atuado há 25 anos na construção de estudos
feministas e sobre as relações de gênero. A UFBA foi a primeira universidade
brasileira e latino-americana a criar um programa de pós-graduação (mestrado
e doutorado) sobre Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e
Feminismo.
---Publicado pelo site da
SPM, 30/07/08.
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| Pesquisa sobre
Violência Contra a Mulher
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Pesquisa Ibope
Instituto Patrícia Galvão
2006§ 51% conhecem ao menos uma mulher que é ou foi agredida pelo
companheiro
§ 33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa
como o problema que mais preocupa a brasileira na atualidade
§ 64% acham que o agressor deveria ser preso
§ 75% consideram que as penas aplicadas em casos de violência
contra a mulher são irrelevantes
§
Nove em cada 10 mulheres lembram de
ter assistido ou ouvido campanhas contra a violência à mulher na TV ou
rádio
Leia mais
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| Pesquisa sobre Violência Contra a Mulher |
NOVA |
Pesquisa Ibope
Instituto Patrícia Galvão
2006§ 51% conhecem ao menos uma mulher que é ou foi agredida pelo
companheiro
§ 33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa
como o problema que mais preocupa a brasileira na atualidade
§ 64% acham que o agressor deveria ser preso
§ 75% consideram as penas aplicadas em casos de violência
contra a mulher são irrelevantes
§
Nove em cada 10 mulheres lembram de
ter assistido ou ouvido campanhas contra a violência à mulher na TV ou
rádio
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