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Desde a criação do
prêmio, há 104 anos,
apenas 13 mulheres
ganharam o Nobel da Paz.
Ao todo são 1000
mulheres de todo o
mundo, que foram eleitas
coletivamente, após
indicação livre. Pessoas
e organizações puderam
sugerir nomes de
brasileiras que tivessem
uma biografia ligada à
promoção da paz.
O comitê da seção
brasileira do projeto
1000 Mulheres para o
Prêmio Nobel da Paz,
coordenado por Clara
Charf, recebeu 262
biografias. Para chegar
à lista dos 52 nomes, a
comissão de seleção
procurou contemplar a
diversidade de etnias,
classes sociais, nível
educacional, estados de
origem e áreas de
atividade das mulheres
do Brasil.
A iniciativa da
Associação 1000 Mulheres
para o Prêmio Nobel da
Paz mostra o que essas
mulheres estão fazendo
por um mundo melhor, com
mais igualdade, justiça
e paz. São mais de 150
países participantes,
com comitês locais que
vêm trabalhando desde
2003 para selecionar e
biografar cada indicada.
Todo esse material vai
compor um dossiê que
será submetido à equipe
do prêmio Nobel 2005,
responsável por definir
os concorrentes.
Os nomes das 52
brasileiras indicadas
são:
Albertina Duarte Takiuti
médica ginecologista
São Paulo
Alzira Rufino
ativista feminista e
anti-racista
São Paulo
Ana maria machado
escritora
Rio de Janeiro
Ana Montenegro
advogada e ativista
política
Bahia
BENEDITA DA SILVA
líder política
Rio de Janeiro
CONCITA MAIA
líder camponesa
Acre
CREUZA MARIA OLIVEIRA
sindicalista
Bahia
ELIANE POTIGUARA
líder indígena
Rio de Janeiro
ELIZABETH TEIXEIRA
líder camponesa
Paraíba
Elza Berquó
demógrafa
São Paulo
Elzita Santa Cruz
Oliveira
dona-de-casa
Pernambuco
Eva Alterman Blay
Pesquisadora e
professora universitária
São Paulo
Fátima Oliveira
médica e ativista
feminista
Minas Gerais
Givânia Maria da Silva
Ativista, vereadora
Pernambuco
Heleieth Saffioti
socióloga e professora
São Paulo
Helena Greco
ativista política
Minas Gerais
HELONEIDA STUDART
escritora, deputada
estadual
Rio de Janeiro
Hilda Dias dos Santos
Ialorixá
Bahia
Jacqueline Pitanguy
socióloga, cientista
política
Rio de Janeiro
Joênia Batista de
Carvalho
advogada
Roraima
Jurema Batista
ativista anti-racista,
deputada estadual
Rio de Janeiro
Lair Guerra de Macedo
infectologista, gestora
pública
Brasília
Leila Linhares Barsted
advogada e ativista
feminista
Rio de Janeiro
Lenira Maria de Carvalho
líder comunitária
Pernambuco
Luci Teresinha Choinacki
deputada federal
Santa Catarina
Luiza Erundina de Souza
líder política, deputada
federal
São Paulo
MANINHA XUKURU
líder indígena
Alagoas
Mara Régia Di Perna
radialista, comunicadora
social
Brasília
MARGARIDA GENEVOIS
ativista pwelos direitos
humanas
São Paulo
Maria Amélia de Almeida
Teles
ativista feminista e de
direitos humanos
São Paulo
Maria Berenice Dias
desembargadora
Rio Grande do Sul
MARIA JOSÉ DE OLIVEIRA
ARAÚJO
médica, ativista
feminista pela saúde da
mulher
Brasília
Maria José Motta
atriz
Rio de Janeiro
MARIA JOSÉ ROSADO NUNES
ativista feminista,
professora universitária
São Paulo
Maria Osmarina Marina
Silva de Lima
Ministra do Meio
Ambiente
Brasília
Maria Stella de Azevedo
Santos
Ialorixá
Bahia
MAYANA ZATZ
cientista
São Paulo
Moema Libera Viezzer
socióloga, educadora
popular
Paraná
Niède Guidon
arqueóloga
Piauí
Nilza Iraci
ativista feminista e
anti-racista
São Paulo
Procópia dos Santos Rosa
líder quilombola calunga
Goiás
RAIMUNDA GOMES DA SILVA
líder camponesa
Tocantins
Rose Marie Muraro
escritora e ativista
feminista
Rio de Janeiro
RUTH DE SOUZA
atriz
Rio de Janeiro
Schuma Schumaher
ativista feminista,
pedagoga
Rio de Janeiro
SILVIA PIMENTEL
advogada e professora
universitária
São Paulo
Sueli Pereira Pini
juíza de direito
Amapá
Therezinha de Godoy
Zerbini
advogada e ativista
política
São Paulo
VANETE ALMEIDA
líder camponesa
Pernambuco
ZENILDA MARIA DE ARAÚJO
Líder
indígena
Pernambuco
Zilda Arns Neumann
médica e gestora social
Paraná
Zuleika Alembert
Ativista política e
feminista
Rio de Janeiro
Fonte:
http://etutoria.com.br/1000mulheres
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