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9 em cada 10 brasileiros votariam em uma mulher
Pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Ibope e a Cultura Data apontou que 90% dos brasileiros elegeriam uma mulher para cargo público. Do total de entrevistados, 83% disseram que a presença de mulheres melhora a política e os
espaços de poder e de tomada de decisão. Saiba mais e acesse o relatório da pesquisa


Governo reduz orçamento da Conferência Nacional de Comunicação em R$ 6 milhões e compromete realização
Matéria publicada pelo Observatório do Direito à Comunicação alerta que, dos R$ 8,2 milhões previstos para a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), estão assegurados apenas R$ 1,6 milhão. Segundo integrantes da Comissão Nacional Pró-Conferência, esse corte compromete a realização da Confecom, com etapa nacional marcada para dezembro deste ano. “A sociedade civil não pode se calar. Tem que fazer pressão para conseguir reverter esse quadro. Essa é uma decisão política e, portanto, deve-se tentar mudar o quanto antes”, defende a deputada Luiza Erundina (PSB-SP). Saiba mais
 

Câmara aprova criação da Procuradoria da Mulher
A Câmara dos Deputados aprovou em 21/05/09 a criação de uma Procuradoria Especial da Mulher, que será responsável por promover uma maior participação das deputadas nas decisões do Legislativo. A deputada Nilmar Ruiz (DEM-TO) ocupará o cargo e três procuradoras-adjuntas irão colaborar na atuação do novo órgão. Saiba mais
 

SÃO PAULO FASHION WEEK

Modelos negros terão cota de 10% em desfiles
O Ministério Público de São Paulo e a organização do São Paulo Fashion Week fecharam em 20/05/09, um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que prevê a participação de ao menos 10% de modelos negros nas passarelas. O documento prevê multa de R$ 250 mil caso as grifes não cumpram a medida. "Não se trata de querer impor uma cota racial, mas de promover a inclusão social nesse segmento", ressalta a promotora de Justiça e coordenadora do grupo, Deborah Affonso. Saiba mais

 

Parceria debaterá indicadores de comunicação no Brasil

A UNESCO fechou uma parceria com três organizações brasileiras (Intervozes, Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília e o Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro) para aprofundar no país o debate sobre indicadores de comunicação. Leia mais

 

Pesquisa Ibope / Instituto Avon 2009
55% conhecem uma mulher que foi ou é agredida pelo parceiro ou ex

8 em cada 10 conhecem a Lei Maria da Penha

 

Encomendada ao Ibope pelo Instituto Avon, a pesquisa Percepções e reações da sociedade sobre a violência contra a mulher foi realizada em parceria com o Instituto Patrícia Galvão e a Perfil Urbano Pesquisa & Expressão.

Dentre várias questões, a pesquisa revelou que, entre 2006 e 2009 houve um aumento de 51% para 55% no número de entrevistados que declararam conhecer ao menos uma mulher que já sofreu ou sofre agressões de seu parceiro ou ex. Este percentual confirma a tendência de crescimento observada nos últimos levantamentos e indica que é contínuo o avanço da discussão sobre violência doméstica na sociedade.

Alguém que sabe de uma vítima tende a se preocupar com a questão: 39% tomaram alguma atitude de colaboração com a mulher agredida. Mas há com certeza a influência da Lei Maria da Penha, que trouxe o debate para a mídia e consequentemente deixou as pessoas mais informadas e suscetíveis ao problema: 77% dos homens e 80% das mulheres declararam conhecer a Lei. Saiba mais

 

Portaria constitui a Comissão Organizadora da 1ª Conferência Nacional de Comunicação

Saiba quem são os integrantes do poder público e da sociedade civil

Conferência é oficializada - agora, às propostas
O Diário Oficial da União publicou nesta sexta-feira (17), o decreto do presidente Lula que convoca a 1ª Confecom, com data da etapa nacional marcada para os dias 1º, 2 e 3 de dezembro de 2009. Nesse artigo, o FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) apresenta suas propostas preliminares.

Conferência precisa definir formas de controle público da comunicação
Nessa entrevista, o jornalista e coordenador-geral do FNDC Celso Schröder alerta que a 1ª Conferência Nacional de Comunicação precisa definir formas de controle público e de capacitação da sociedade para incidir sobre a comunicação. Leia mais

Saiba quais foram os principais debates no
Seminário Nacional acessando a cobertura online na página http://www.mulheremidia.org.br



Feministas vão monitorar imagem da mulher na mídia

Matéria publicada pela Agência Brasil informa que as participantes do Seminário Nacional de Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia concluíram que é preciso reunir evidências e cobrar do Estado mudanças sobre a forma como as mulheres brasileiras são retratadas pelos meio de comunicação. Saiba mais sobre esse debate
 

Organizado pela Articulação Mulher e Mídia, o Seminário reuniu cerca de 150 mulheres vindas de diversos estados brasileiros para debater e contribuir para a formulação de políticas públicas sobre Cultura, Comunicação e Mídia igualitárias, democráticas e não-discriminatórias. Para saber mais detalhes, inclusive sobre a programação e diversas imagens registrando esse encontro, acesse a página oficial do Seminário

 

I Conferência Nacional de Comunicação
Etapa nacional será realizada nos dias 1º, 2 e 3/12
Começa mobilização pela realização das etapas estaduais da conferência
Na avaliação do Observatório do Direito à Comunicação, "a convocação da I Conferência Nacional de Comunicação coloca um novo desafio para organizações e movimentos sociais que já se reuniam em vários estados em torno da demanda pela realização do encontro nacional. Agora, é preciso atuar para garantir a realização das etapas estaduais, que elegem os delegados que participam da conferência nacional e definem as propostas que serão apreciadas em Brasília". Saiba mais detalhes
Representantes da Comissão Pró-Conferência Nacional de Comunicação reuniram-se com o assessor do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, no dia 10 de fevereiro. Apresentaram sua proposta de tema, calendário e de composição do Grupo de Trabalho que coordenará o processo da 1ª Conferência Nacional. As definições sobre o processo e o decreto presidencial de convocação, no entanto, só devem ocorrer após o Carnaval.
Leia mais informações a respeito

 

 Roda de Conversa Mulher Mídia e Controle Social no FSM 2009
"Mercadoria. Exploração. Irresponsabilidade. Preconceito. Exclusão. Objeto. Mercado. Agressão. Utilitária. Produto. Lucro. Falta de respeito. Violência. Mercadoria. Imagem deturpada. Lastimável. Sexo. Exploração. Produto. Horror. Estereótipo. Coisificação. Inclusão deformadora. Opressão. Consumo. Mercadoria. Corpo. Ditadura. Objeto.  Desvalorização. Objeto. Violência. Banalização. Desigualdade. Discriminação glamourizada. Violência. Mercadoria. Com estas palavras as participantes da Roda de Conversa Mulher Mídia e Controle Social, realizada pelo Observatório da Mulher no FSM 2009, definiram a relação mídia e mulher, ao se apresentarem ao grupo." Saiba mais sobre esse debate lendo o texto de Terezinha Vicente, do Observatório da Mulher

Fórum Social Mundial 2009
Organizações exigem reparação por violações dos direitos humanos na mídia
Integrantes do Observatório do Direito à Comunicação, Mayrá Lima e Bia Barbosa" participaram da roda de conversa realizada em Belém, durante o Fórum Social Mundial, que debateu o tema 'Violações de direitos humanos e o controle social da mídia. "Da baixa auto-estima para a aceitação de uma situação de submissão e de violência é um passo rápido, acreditam as feministas. Daí a importância do exercício do controle social da mídia, como forma de veicular a pluralidade e a diversidade das mulheres nos meios de comunicação, e de combater todos os preconceitos e opressões estimulados pela mídia", escrevem as ativistas. Leia o texto na íntegra

 


Mídia e Gênero nas Eleições
Rio de Janeiro, 1º e 2 de novembro de 2008


O Hotel Novo Mundo (RJ) foi a sede de um grande encontro, que reuniu mais de 250 participantes, de diferentes regiões do país: o Seminário Nacional A Mulher e a Mídia 5, uma realização da  Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, do Instituto Patrícia Galvão e do Unifem.
Com quatro mesas, seguidas de discussões, e grupos de trabalho, o evento contou com análises de renomadas/os profissionais e representantes da mídia, de órgãos governamentais e de organizações não-governamentais, entre outros/as.
Em sua quinta edição, o Seminário A Mulher e a Mídia tem contribuído para mudar - para melhor - o enfoque do debate que envolve as mulheres e sua imagem e participação na mídia. A discussão sobre o tratamento que a mídia dá usualmente às mulheres em espaços de poder e decisão, em especial no âmbito da política formal, tem sido freqüente nesses encontros.
Assim, como 2008 foi ano de eleições municipais, A Mulher e a Mídia 5 centrou seus debates no enfoque dado à questão de gênero nas eleições, seja do ponto de vista das candidatas mulheres, seja do ponto de vista de candidatos e candidatas que incorporam em suas plataformas a temática de gênero.
As exposições e debates tiveram cobertura online disponibilizada nas páginas eletrônicas do Instituto Patrícia Galvão e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres - SPM. Em breve também estarão disponíveis os vídeos com a íntegra das exposições
.
Leia a cobertura do Seminário:
Saiba como foi a abertura dos trabalhos
Mesa 1 - Mídia, Gênero e Opinião Pública: as mulheres nas eleições de 2008

Grupos de Trabalho 1º de novembro

Mesa 2 – Mais mulheres no poder – desafios e perspectivas

Mesa 3 – Mídia Digital, Gênero e Processo Eleitoral

Grupos de Trabalho - 2 de novembro
Veja a programação do encontro


ACESSE O SITE
www.maismulheresnopoderbrasil.com.br
O site faz parte da campanha nacional Mais Mulheres no Poder. Eu assumo este compromisso!, que pretende estimular a participação das mulheres nos espaços de poder e decisão no Brasil. Trata-se de uma iniciativa do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e do Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos, que tem caráter suprapartidário e é integrado por secretarias de mulheres dos partidos políticos brasileiros.
Campanha Mais Mulheres no Poder lança plataforma eleitoral para eleições 2008. Leia mais

A lenta marcha das brasileiras rumo ao poder
Em matéria publicada pela revista Envolverde, a socióloga Fátima Pacheco Jordão, especialista em pesquisas de opinião e diretora do Instituto Patrícia Galvão, avalia que as brasileiras “avançaram, apesar dos partidos”, em muitas dimensões da vida. Leia a íntegra da reportagem

Como se saíram as mulheres nas eleições?

Leia a análise realizada pelo Cfemea - Centro Feminista de Estudos e Assessoria sobre o desempenho das mulheres nas eleições municipais de 2008.

Cresce 73% número de prefeitas em São Paulo
Levantamento realizado pelo Jornal da Tarde logo após o 1º turno das eleições municipais informa que Serão 52 prefeituras paulistas sob o comando de mulheres. Mas a média do País ainda é maior. Leia mais

Imprensa menospreza a performance das candidatas
"
Será que os eleitores brasileiros (51% são mulheres) estão preparados para votar em mul0heres? Será que as mulheres estão interessadas em legislar ou administrar cidades, estados e até o país?" Estas são, na avaliação da jornalista e colaboradora do Observatório da Imprensa Ligia Martins de Almeida, as perguntas que a mídia deveria fazer e tentar responder. Leia na íntegra

Mulheres à margem do poder
Reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo aponta que "a cultura, a falta de incentivos dos partidos e o próprio sistema eleitoral afastam as mulheres da política". Saiba mais

Instituto Patrícia Galvão recebe Prêmio Rosa Cisneros 2008
A Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), Região do Hemisfério Ocidental, escolheu o Instituto Patrícia Galvão para receber o Prêmio Rosa Cisneros, concedido a uma pessoa, meio de comunicação ou entidade que tenha realizado contribuições significativas para promover uma consciência pública positiva sobre temas de saúde e direitos sexuais e reprodutivos na região.  Saiba mais sobre o Prêmio
 

DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO

Computador já está presente em 24% dos domicílios no país
Pesquisa do Comitê Gestor da Internet destaca o aumento no uso das tecnologias de comunicação: 53% dos brasileiros já usaram computador e 34% acessam a internet. Mais da metade dos domicílios conectados à rede têm banda larga. Leia mais

Mulheres discutem conteúdo e miram políticas de comunicação
O boletim eletrônico Informes Abong comenta as experiências feministas de comunicação apresentadas no Seminário
“Democratizar a Comunicação para Democratizar a Vida Social”, promovido em 30/07/08 pelo SOS Corpo, em Recife. Saiba mais sobre o Seminário

Mulher, Mídia e Eleições - por Ana Veloso
"Análises acerca da posição das mulheres nos poderes Legislativo e Executivo, estudos sobre o contexto da comunicação no Brasil, debates radiofônicos com vereadoras, deputadas e mulheres que ocupam cargos públicos, produção de spots e campanhas sobre a importância da participação feminina no mundo político". Estes foram, segundo Ana Veloso (Centro das Mulheres do Cabo) alguns dos destaques do curso "Mulher, Mídia e Cobertura de Eleições", realizado no Recife/PE, entre 7 e 18 de julho. Saiba mais sobre o evento

Tem voz de mulher aqui - por Rebeca de Oliveira Duarte
Neste artigo publicado pelo boletim eletrônico do Ibase, a advogada e integrante do Observatório Negro fala sobre "a indignação pela coisificação da mulher, exploração do corpo feminino e banalização do sexo diante de um público adolescente". Leia mais

Seminário Democratizar a Comunicação para Democratizar a Vida Social
Nesse seminário promovido em Recife pelo SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia e Loucas de Pedra Lilás foram apresentadas três experiências de comunicação feminista por integrantes da Rádio Mulher (Palmares/PE) e do grupo Loucas de Pedra Lilás (Olinda/PE) e pela assessoria de imprensa do Fórum de Mulheres de Pernambuco. Saiba mais sobre esse evento

PUBLICIDADE

Direito absoluto à publicidade?
Neste artigo publicado pelo site Última Instância, a advogada Karina Grou, do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), aponta que o direito à liberdade de expressão comercial não é direito fundamental e muito menos absoluto. Leia o artigo na íntegra

"Liberdade de expressão publicitária", uma falsa discussão
Neste artigo publicado pelo Observatório da Imprensa, a advogada Paula Lígia Martins e a jornalista Maíra Magro, integrantes da organização Article 19, apontam que, ao proteger a liberdade de expressão, "a Constituição Federal teve a intenção de garantir a manifestação de idéias e convicções individuais ou da coletividade, mesmo que estas possam causar incômodo. Publicidade não se trata disso: seu fim não é expressar uma convicção ou uma informação, mas vender". Leia o artigo na íntegra

Para alguns, é impossível vender cerveja sem mulher
Segundo matéria publicada no jornal Valor Econômico (14/07/08),
desde que as mensagens de advertência começaram a ser veiculadas ao final das propagandas de cerveja há cinco anos, a evolução é nítida; "o velho truque de associar mulher e cerveja passou a ser usado com alguma parcimônia, embora ainda seja o principal apelo nos cartazes em pontos-de-venda. A dupla "mulher e cerveja" permanece forte em pelo menos duas grandes marcas: Kaiser, da Femsa, e Antarctica, da AmBev". Leia mais sobre essa notícia

MULHER E MÍDIA

A Beleza Impossível
-
Um livro de Rachel Moreno

"A quem interessa vender uma beleza inalcançável? De que maneira a mídia manipula nossa consciência em nome dos interesses do mercado? Quais são as conseqüências para as adolescentes de hoje? Onde entram as “diferentes” – gordinhas, velhas, negras – nesse sistema? A obra da psicóloga Rachel Moreno responde a essas e outras perguntas de maneira vigorosa e crítica, apontando caminhos para que possamos nos defender dessas armadilhas."
Saiba mais sobre o livro e a autora


O poder está com elas

Nesta entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo (15/06/08), Paulo Barreto, professor de graduação e pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), afirma que 80% das decisões de compra são tomadas pelas mulheres e procura mostrar o que está por trás dessas decisões.
Leia mais detalhes nessa entrevista
 
DIVERSIDADE

"Alguém terá que ceder", afirmou o presidente Lula
Na abertura da I Conferência Nacional LGBT, o presidente Luis Inácio Lula da Silva afirmou que o preconceito por orientação sexual talvez seja a doença mais perversa impregnada na sociedade e que “alguém terá que ceder para chegarmos a um consenso”. Acesse a íntegra do discurso de Lula e a matéria produzida pelo CLAM

 

O que nos une - entrevista com Sérgio Carrara
Nessa entrevista,
o antropólogo Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ), Autor de várias pesquisas que enfocam experiências de gays, lésbicas, travestis e transgêneros – especialmente as dinâmicas de discriminação e violência contra essa população faz uma análise sobre a I Conferência Nacional LGBT, realizada em junho em Brasília. Leia essa entrevista na íntegra

Mídia ainda está distante da diversidade
“Não agüentamos mais sair nos cadernos de comportamento. Acho que as pessoas estão cansadas de saberem do que os gays gostam, que restaurante freqüentam e que marcas usam. Basta, isso é ridículo. O debate já foi aberto para a sociedade, não é mais uma novidade a vida gay”, queixou-se Beto de Jesus, um dos fundadores da parada GLBTT no debate sobre diversidade na mídia realizado na Pontifícia Universidade Católica (PUC), em São Paulo (SP).
Saiba mais sobre o que foi debatido nesse encontro

Direitos Humanos e diversidade sexual
Em artigo publicado na seção Tendências/Debates da Folha de S.Paulo, o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, comemora como marco histórico a realização da Conferência Nacional de GLBT, de 5 a 8 de junho, em Brasília. "É a primeira do gênero no mundo organizada por iniciativa governamental"
. Leia na íntegra



 

Participação política das mulheres latino-americanas cresce, mas ainda é insuficiente
É o que mostra o Informe sobre Democracia e Desenvolvimento da Alop (Asociación Latinoamericana de Organizaciones de Promoción), que oferece uma visão panorâmica do acesso das mulheres às instâncias de poder político na América Latina. Leia mais sobre essa pesquisa e acesse o relatório em htm

Presença feminina cresce na internet
Reportagem do The New York Times informa que, dos usuários de internet norte-americanos entre 12 e 17 anos, as meninas já produzem mais conteúdo online do que os meninos. Um número significativamente maior de meninas têm seu blog (35% de garotas, comparados com 20% de meninos) e criam ou trabalham em suas próprias páginas (32% de meninas, frente a 22% de meninos). Leia mais sobre o assunto
 

PUBLICIDADE DE BEBIDAS
17% dos deputados estão ligados ao 'lobby da cerveja'
Ao noticiar que o governo retirou o caráter de urgência de um projeto de lei que proíbe a veiculação da propaganda de bebidas alcoólicas no rádio e na televisão entre as 6h e as 21h, o jornal Folha de S.Paulo apontou que, em sete anos, os fabricantes brasileiros de cerveja quintuplicaram seus investimentos em publicidade e que um em cada cinco deputados federais está ligado a empresas com interesses contrários à regulamentação da publicidade de cerveja. Leia a reportagem completa

"O Brasil deve restringir a propaganda de cerveja?"
Diante dessa pergunta, formulada pela seção Tendências/Debates do jornal Folha de S.Paulo, responderam afirmativamente Henrique Carlos Gonçalves, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Marilena Lazzarini, coordenadora-executiva do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e Ronaldo Laranjeira, psiquiatra e coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), no artigo intitulado "O desespero do lobby da cerveja". Condenando a restrição, o advogado e superintendente do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja) escreveu "É preciso mudar o foco".
 

Cremesp critica lobby das bebidas na Câmara
Diretor de conselho de medicina diz que adiar votação sobre anúncio de bebidas colabora para que famílias sigam "sendo dizimadas". Representantes da indústria de cerveja, de agências de publicidade e de emissoras de TV estiveram, em abril, quase todos os dias no Congresso. Leia mais a respeito

Entram em vigor as novas regras do Conar para propaganda de bebidas alcoólicas

Entre outras medidas, o Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária definiu que a publicidade não poderá ter “apelos à sensualidade e que modelos publicitários jamais serão tratados como objeto sexual”.
Leia mais sobre as novas regras


Cervejas, publicidade e direito à informação
Na opinião do pesquisador Venício A. de Lima, ao publicar um anúncio com o título:"Querem proibir a publicidade de cervejas no Brasil", a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP) faz exatamente o contrário do que afirma ser um direito sagrado do cidadão/consumidor: o direito à informação correta e à publicidade verdadeira. Leia mais
 

 

 

 

MULHERES NO PODER
 

Maioria acha que mulheres podem melhorar a política
Maior aceitação da presença feminina deve-se à gestão Lula e a figuras de destaque internacional, diz analista de pesquisas Fátima Pacheco Jordão, diretora do Instituto Patrícia Galvão, em reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo (13/01/08). Leia mais em html

Campanha incentiva candidatas
Campanha publicitária em rádio e TV vai incentivar as mulheres a se candidatarem nas eleições municipais de outubro, informou ao jornal O Estado de S.Paulo (22/01/08) a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Leia mais em html

Mulheres na política - Renata Schmidt Cardoso
"Quando uma mulher entra na política, muda a mulher. Mas, quando muitas mulheres entram na política, muda a política." Com esta citação da presidente chilena Michele Bachelet, a presidente da seção Rio da Associação Brasileira de Mulheres na Carreira Jurídica a participação cada vez mais ativa da mulher na elaboração das leis e das políticas públicas. Leia na íntegra
 
     


Textos

   
 




Pesquisa Ibope / Instituto Avon 2009 sobre as percepções e reações da sociedade sobre a violência contra a mulher

* 55% conhecem casos de agressões a mulheres

*
39% dos que conhecem uma vítima de violência tomaram alguma atitude de colaboração com a mulher agredida

*
56% apontam a violência doméstica contra as mulheres dentro de casa como o problema que mais preocupa a brasileira

* Houve expressivo aumento do conhecimento da Lei Maria da Penha de 2008 para 2009, de 68% para 78%

* Maioria defende prisão do agressor (51%); mas 11% pregam a participação em grupos de reeducação como medida jurídica

*
Na prática, a maioria não confia na proteção jurídica e policial à mulher vítima de agressão

* 44% acreditam que a Lei Maria da Penha já está tendo efeito

* Para a população, questão cultural e álcool estão por trás da violência contra a mulher

* 48% acreditam que exemplo dos pais aos filhos pode prevenir violência na relação entre homens e mulheres
Leia mais

 

Pesquisa Ibope / Themis 2008 sobre a Lei Maria da Penha

§ 68% conhecem a Lei Maria da Penha

§ 83% dos que conhecem aprovam a Lei

§ 38% acreditam que as mulheres agredidas procuram a delegacia da mulher, enquanto 19% acham que elas procuram as delegacias comuns de polícia

§ 42% acham que as mulheres que são agredidas não costumam procurar serviço ou apoio
Leia mais

Gênero e Diversidades é nova opção de graduação da UFBA
Temática que antes era restrita aos cursos de pós-graduação, se insere entre as ofertas para ingresso na universidade através de vestibular. Vagas estarão disponíveis no próximo concurso de verão. Saiba mais

 

  Pesquisa Ibope
Instituto Patrícia Galvão
2006

§ 51% conhecem ao menos uma mulher que é ou foi agredida pelo companheiro

§ 33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa como o problema que mais preocupa a brasileira na atualidade

§ 64% acham que o agressor deveria ser preso

§ 75% consideram que as penas aplicadas em casos de violência contra a mulher são irrelevantes

§ Nove em cada 10 mulheres lembram de ter assistido ou ouvido campanhas contra a violência à mulher na TV ou rádio
Leia mais

   
 

Visite o Portal Violência Contra a Mulher

Você encontrará diversas informações e dados sobre violência doméstica contra a mulher e irá conhecer as principais organizações governamentais e não-governamentais que trabalham com o assunto.

 
  LEI MARIA DA PENHA
Leia mais opiniões e notícias sobre a implementação dessa lei
   

Campanha
Contra a Violência à Mulher

Uma campanha publicitária protagonizada pela família e dirigida a homens agressores
São dois filmes – “medo” e “tapa” – com duração de 30 segundos cada um. Sem mostrar cenas de violência, os filmes são de grande impacto e foram pensados para serem vistos por toda a família. Leia mais

 

   
 

   
   
   
   
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