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Rio de Janeiro, de 6 a 8 de novembro de 2009
Feminismos e as ligações França-Brasil nos 60 anos de publicação de O Segundo Sexo
e
Debates e Propostas para a 1ª Confecom

Programação

Dia 06\11 – sexta feira, 14h
Evento Especial (aberto ao público em geral)


 

O Feminismo e as ligações França-Brasil - Os 60 anos de O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir
Brigitte  Lhomond (França)socióloga, pesquisadora do Centre National de la Recherche Scientifique, Laboratoire Triangle - École Normale Supérieure des Lettres et Sciences Humaines, Universités de Lyon, CNRS
Maria Betânia Ávila (PE) – socióloga, feminista e diretora do SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia
Maria Luiza Heilborn (RJ)
antropóloga, feminista e diretora do CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos
17h30 - Apresentação do documentário "Simone de Beauvoir"
Coquetel de abertura

Dia 07\11 – sábado, 9h
Abertura
9h30 - Mulher, Mídia e Convergência das Comunicações
14h - TV Pública e Promoção da Igualdade de Gênero no Ambiente de Convergência das Comunicações

Dia 08\11 – domingo, 8h30
9h - Produção de Conteúdos nas Perspectivas de Gênero, Raça/Etnia e Orientação Sexual
13h30 - A Conferência Nacional de Comunicação e o Olhar das Mulheres
16h - Construindo Propostas de Promoção para a Igualdade de Gênero
18h - Encerramento 

Realização

Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM)

Instituto Patrícia Galvão – Comunicação e Mídia

Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher (Unifem)
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud)

Alimentação e hospedagem
A organização do Seminário oferece almoço e coffee break para todas/os as/os participantes nos dias do evento, mas não arcará com despesas relativas a transporte, frigobar, telefonemas etc.
Para as/os participantes que não residem na região metropolitana do Rio de Janeiro, será oferecida hospedagem (com café da manhã) no Hotel Novo Mundo (Praia do Flamengo, 20)

Mais informações:

Instituto Patrícia Galvão: www.patriciagalvao.org.br (11) 2594.7401
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres: (61) 3411.4300
mulheremidia6@spmulheres.gov.br

Direito à Comunicação e Promoção da Diversidade na Mídia – Uma compilação de diretrizes e recomendações de conferências, convenções, planos nacionais e internacionais

O Instituto Patrícia Galvão preparou este material como subsídio ao debate que se desenvolve no processo de organização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), prevista para acontecer entre 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília. A partir deste ponto de vista, reunimos alguns documentos de referência e reproduzimos trechos relativos à democratização da Comunicação, considerando particularmente os direitos das mulheres e o leque mais amplo da construção de políticas antirracistas, antilesbofóbicas, e de promoção e defesa dos direitos humanos. Leia mais e acesse o documento em pdf

 

Pesquisa Ibope / Instituto Avon 2009 sobre as percepções e reações da sociedade sobre a violência contra a mulher
 

* 55% conhecem casos de agressões a mulheres

*
39% dos que conhecem uma vítima de violência tomaram alguma atitude de colaboração com a mulher agredida

*
56% apontam a violência doméstica contra as mulheres dentro de casa como o problema que mais preocupa a brasileira

* Houve expressivo aumento do conhecimento da Lei Maria da Penha de 2008 para 2009, de 68% para 78%

* Maioria defende prisão do agressor (51%); mas 11% pregam a participação em grupos de reeducação como medida jurídica

*
Na prática, a maioria não confia na proteção jurídica e policial à mulher vítima de agressão

* 44% acreditam que a Lei Maria da Penha já está tendo efeito

* Para a população, questão cultural e álcool estão por trás da violência contra a mulher

* 48% acreditam que exemplo dos pais aos filhos pode prevenir violência na relação entre homens e mulheres
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Pesquisa Ibope / Themis 2008 sobre a
Lei Maria da Penha

§ 68% conhecem a Lei Maria da Penha

§ 83% dos que conhecem aprovam a Lei

§ 38% acreditam que as mulheres agredidas procuram a delegacia da mulher, enquanto 19% acham que elas procuram as delegacias comuns de polícia

§ 42% acham que as mulheres que são agredidas não costumam procurar serviço ou apoio
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Pesquisa Ibope
Instituto Patrícia Galvão
2006

§ 51% conhecem ao menos uma mulher que é ou foi agredida pelo companheiro

§ 33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa como o problema que mais preocupa a brasileira na atualidade

§ 64% acham que o agressor deveria ser preso

§ 75% consideram que as penas aplicadas em casos de violência contra a mulher são irrelevantes

§ Nove em cada 10 mulheres lembram de ter assistido ou ouvido campanhas contra a violência à mulher na TV ou rádio
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