|
|
Lula transfere data da Confecom para
meados de dezembro
Decreto de convocação será publicado no Diário Oficial na próxima semana.
Abertura da conferência será dia 14 e plenárias ocorrerão entre os dias 15 e
17
Brasília – O governo decidiu transferir para 14 a 17 de dezembro a
realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). A nova data
foi definida para compatibilizar a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Como ele viaja para o exterior no início de dezembro, não poderia
participar do evento, convocado inicialmente por ele mesmo para 1º a 3 de
dezembro.
A decisão de transferir a data da conferência foi definida pelo presidente
em reunião com os ministros Hélio Costa (Comunicações), Franklin Martins (Secom)
e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência) na tarde de quarta-feira. O
anúncio foi confirmado pelo presidente da comissão organizadora nacional da
1ª Confecom, Marcelo Bechara, na manhã desta sexta-feira, 9 de outubro. O
decreto de convocação deve ser publicado no Diário Oficial da União na
próxima semana.
De acordo com Bechara, como foi o presidente quem convocou, ainda em abril,
a conferência, somente ele pode abrir o evento. “É desejo do presidente Lula
participar da abertura da conferência de comunicação, a primeira a ser
realizada na história do país. É natural que ele possa adequar sua agenda
para participar da abertura, que acontece no dia 14 de dezembro”, justificou
o consultor jurídico do Ministério das Comunicações.
O presidente já sancionou o Projeto de Lei 27/09, liberando R$ 6,5 milhões
para a conferência. A medida recompõe os recursos previstos inicialmente no
orçamento do Ministério das Comunicações para a realização do evento. O
governo vai investir R$ 8,2 milhões para trazer 1.664 delegados de todos os
estados brasileiros para participar das discussões plenárias.
O tema da 1ª Conferência Nacional de Comunicação é “Comunicação: meios para
construção de direitos e de cidadania na era digital”. O encontro será
realizado no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, no centro da capital
federal, a 8 km do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek.
A partir da próxima semana, Hélio Costa, Franklin Martins e Luiz Dulci
realizarão reuniões periódicas para acertar o encaminhamento de eventuais
problemas a fim de cumprir a convocação do presidente Lula.
Ascom/Ministério das Comunicações
|
|
| Pesquisas sobre
Violência Contra a Mulher
|
Pesquisa Ibope / Instituto
Avon
2009 sobre as percepções e reações da sociedade sobre a violência
contra a mulher
*
55%
conhecem casos de agressões a mulheres
* 39%
dos que conhecem uma vítima de violência tomaram alguma atitude de
colaboração com a mulher agredida
* 56%
apontam a violência doméstica contra as mulheres dentro de casa como o
problema que mais preocupa a brasileira
*
Houve expressivo
aumento do conhecimento da Lei Maria da Penha de 2008 para 2009, de 68%
para 78%
*
Maioria defende prisão
do agressor (51%); mas 11% pregam a participação em grupos de reeducação
como medida jurídica
* Na
prática, a maioria não confia na proteção jurídica e policial à mulher
vítima de agressão
*
44% acreditam que a
Lei Maria da Penha já está tendo efeito
*
Para a população,
questão cultural e álcool estão por trás da violência contra a mulher
*
48% acreditam que
exemplo dos pais aos filhos pode prevenir violência na relação entre
homens e mulheres
Leia mais
Pesquisa Ibope / Themis
2008 sobre a
Lei Maria da Penha
§ 68%
conhecem a Lei Maria da Penha
§ 83% dos que conhecem aprovam a
Lei
§ 38% acreditam que as mulheres agredidas
procuram a delegacia da mulher, enquanto 19% acham que elas procuram
as delegacias comuns de polícia
§ 42% acham que as mulheres que
são agredidas não costumam procurar serviço ou apoio
Leia mais

|
Pesquisa Ibope
Instituto Patrícia Galvão
2006§ 51% conhecem ao menos uma mulher que é ou foi agredida pelo
companheiro
§ 33% apontam a violência contra a mulher dentro e fora de casa
como o problema que mais preocupa a brasileira na atualidade
§ 64% acham que o agressor deveria ser preso
§ 75% consideram que as penas aplicadas em casos de violência
contra a mulher são irrelevantes
§
Nove em cada 10 mulheres lembram de
ter assistido ou ouvido campanhas contra a violência à mulher na TV ou
rádio
Leia mais
 |
| |
| |
| |
|